A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA MULHER E SUA GRANDE AMEAÇA À ESPÉCIE HUMANA

A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA MULHER E SUA GRANDE AMEAÇA À ESPÉCIE HUMANA

Em nome de Allah, O Clemente, O Misericordioso. Todo o louvor seja dado a Allah! Não há divindade além dele! E que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre o último dos profetas, Muhammad!

Allah, O Soberano, criou tudo o que há nos céus e na terra. Criou homens e mulheres para louvá-lo (Alcorão 51:56), mas homens e mulheres têm particularidades físicas, emocionais, intelectuais e regimes jurídicos diferentes (Alcorão 92:3; 3:36; 4:176). Isso decorre de um aspecto importantíssimo na religião que é a liderança[1], a qual, no âmbito familiar, é de caráter compulsório ao marido (Alcorão 4:34). Portanto, aos homens e às mulheres foram dados direitos e deveres compatíveis com as particularidades de cada um e, mesmo em aspectos nos quais os deveres são iguais, como a oração e o jejum, há particularidades que os distinguem. Assim é a criação de Allah e mesmo um descrente consegue perceber tais diferenças e conseguirá compreender, inshallah, os argumentos expostos neste artigo. Ir contra essas diferenças é ir contra a realidade e causar dano a si e à comunidade humana e, especificamente aos crentes, é ir contra seu Senhor. Não devemos cobiçar aquilo que Allah concedeu ao outro, pois a cada um de nós, seja homem ou mulher, haverá recompensa de Allah pelo cumprimento daquilo para o que foi designado a fazer (Alcorão 4:32; 33:36). Seguir a ordem da criação de Allah é obedecê-lo e desfigurar ou subverter essa ordem é obedecer a Satã (Alcorão 4:119).

Ora, um aspecto importantíssimo da estrutura hierárquica social e familiar é a preparação dos indivíduos para o exercício das suas respectivas funções e isso repercute diretamente no sistema educacional. Nos tempos modernos, homens e mulheres têm recebido o mesmo tipo de formação educacional e têm sido motivados a persecução dos mesmos objetivos, mormente relacionados a atividade profissional, mas será isso compatível com a religião ou mesmo com a natureza humana? Será isso sustentável ao longo das gerações? Será isso capaz de proporcionar realização pessoal? É o que analisaremos nas próximas linhas, inshallah.

A educação profissional da mulher – consistente em prepará-la para o mercado de trabalho – acarreta aumento da promiscuidade (dada a inevitável mistura de gêneros, seja no ambiente escolar, seja no coorporativo), com a consequente ampliação do número de filhos sem paternidade reconhecida ou cujo pai, ainda que conhecido, não tenha as virtudes compatíveis com esse posto, pois é natural que os critérios que a mulher usa para um mero “ficar” ou “namorar” são menos rigorosos que os critérios para um casamento. Essa ausência ou precariedade do pai acarretará uma deficiência de formação do caráter do filho, pois a figura do pai é a de maior rigor e imposição de limites, além de exigir que a mãe entregue o filho para ser cuidado por terceiros (normalmente, estranhos em creches e escolas), impactando profundamente o vínculo afetivo que aquela criança deveria desenvolver com a mãe ao longo da vida, especialmente na infância.

Quando essa mãe que se dedica à carreira e entrega os filhos para o cuidado de terceiros se tornar idosa e demandar ser cuidada e amparada em um ambiente familiar, não o encontrará, pois ela mesma não o criou ao longo da vida. O resultado é que, assim como ela institucionalizou os filhos na infância deles, ela mesma será, na velhice, institucionalizada, ou seja, entregue contra a vontade para conviver com estranhos e ser cuidada por eles. Ou, ainda que os filhos fiquem com ela (ou o único filho fique com ela), será, como ela mesma fez ao longo da vida, priorizando o aspecto econômico e ficará com ela especialmente para administrar a aposentadoria ou outras riquezas que ela tenha acumulado, então ela será apenas uma refém nas mãos dos próprios filhos por não ter incutido valores neles e por não ter construído com eles vínculos familiares profundos.

Mesmo nos casos (raríssimos) nos quais a mulher não se envolva em promiscuidade, a educação profissional da mulher atrasa os casamentos. Isso porque a dinâmica dos afazeres domésticos e das responsabilidades com o lar e com o marido retira dela tempo e concentração consideráveis que farão falta na formação acadêmica ou profissional e no desenvolvimento de uma carreira. Isso a leva a se casar tarde, desperdiçando o tempo precioso de fertilidade dela, especialmente considerando que o nível de fertilidade da mulher, em geral, começa a cair a partir dos 35 anos de idade. Assim, o atraso nos casamentos causa uma queda significativa na taxa de fecundidade, com impactos significativos no sistema de previdência social, na capacidade de reposição da força de trabalho social e, em última análise, na própria manutenção da espécie humana.

Outro impacto terrível da formação profissional da mulher está em tornar mais difícil para ela escolher um marido ou em estar satisfeita com o marido que escolheu (ou acabou tendo que escolher por falta de melhores opções). Isso decorre da particularidade hipergâmica da mulher. A mulher está satisfeita com um homem com um nível social alto, acima do dela. Então, quanto mais ela aumenta o próprio nível social por intermédio da educação profissional, mais ela está diminuindo o número de homens interessantes para ela e, consequentemente, investindo na própria infelicidade.

A formação profissional da mulher também causa um terrível complicador no casamento: a dificuldade de submissão. Uma mulher com alta educação profissional terá imensa dificuldade em obedecer ao marido, pois o ego dela estará inflado e Satanás sempre poderá usar isso para sussurrar no ouvido dela, dizendo que, a qualquer momento, ela pode sair do casamento e se virar sozinha.

Portanto, são diversas as razões para que as mulheres sejam preparadas para serem esposas e mães em detrimento de uma formação profissional, seja do ponto de vista de utilidade social, seja do ponto de vista dos interesses individuais das próprias mulheres, o que não nos deixa dúvidas em afirmar e enfatizar que a educação profissional da mulher é uma grande ameaça à espécie humana.


[1] Liderança e governo como pressupostos essenciais da religião –

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